febrero 25, 2024

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Tesla, um local de trabalho racialmente segregado

A cusação não é nova. Já no passado, a Tesla foi acusado de ser uma empresa racista e misógina. Aparentemente, o ambiente de trabalho não é bom para as minorias, segundo um processo recente avançado pela agência de direitos civis, na California, a Tesla é apontada como um «local de trabalho racialmente segregado».

A empresa antecipou-se na defesa das acusações.


A Tesla foi procesada por uma agencia estadual de direitos civis da Califórnia por instituir no seio da empresa aquilo que descreve como um “local de trabalho racialmente segregado”.

A Tesla é um local de trabalho racialmente segregado

O Departamento de Emprego Justo e Habitação da Califórnia (Departamento de Vivienda y Empleo Justo de California - DFEH) entrou com a ação nesta semana, depois da fabricante automóvel ter publicado um texto no seu blogantecipando y negando como acusações.

Em declarações através de um comunicado, o diretor do DFEH, Kevin Kish, disse:

Depois de recibir centenas de reclamações de trabalhadores, o DFEH encontró evidencias de que an insult a fábrica de Fremont da Tesla é um local de trabalho racialmente segregado, onde trabalhadores negros sãos sãos submetrados discipoçã de cipo submetrados a discipoço um de trabalho hostil.

Segundo é avançado, os trabalhadores negros “relataram ter sido designados para funciones mais exigentes físicamente, sendo submetidos a disciplina mais severa e sendo preteridos por oportunidades profissionais” em presabricas” na empresabrica. São também estes trabalhadores que dizem ouvir supervisores y gerentes a usar insultos raciais e encontraram graffitis racistas no local de trabalho.

Un DFEH alega también que los trabalhadores negros están subrepresentados en la gestión de Tesla. Um relatório de diversitye de 2020 da Tesla indicava que os trabalhadores negros representanvam 10% da sua forca de trabalho e 4% da lideranca.

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A história repete-se

Esta no fue la primera vez que un Tesla fue procesada por asociación racial y discriminación en la fábrica de Fremont. Em outubro do ano passado, um juiz grantu a um ex-funcionário negro 137 milhões de dólares em danos, depois de ter denunciado um ambiente of trabalho hostil, onde ouvia "epítetos racistas diários" paravoltáío "a frica coment" colegas.

Num artigo publicado no blog, antecipando este novo processo da DFEH, a Tesla disse que "se opõe fortemente a all as formes of discriminação e assédio e tem uma equipa employee Relations que se dedica à reposta e investigaões as reclao de toç".

A Tesla, elevando-se como un "último fabricante de automóveis remanescente na Califórnia", afirma que em investigações anteriores do DFEH não foram encontró evidencias de má conduta na fábrica. "No entanto, num momento em que os empregos na fabricação estão an abandon a Califórnia, o DFEH decidiu processar a Tesla em vez de trabalhar construtivamente [connosco]", disse an empresa. Avança ainda que a situação é "injusta e contraproducente, especialmente porque as alegações se concentram em events of anos back".