agosto 16, 2022

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Argentina: secretário macrista disse que gostaria de “ter uma Gestapo” contra sindicatos

Ex-gobernadora de la Provincia de Buenos Aires, Maria Eugenia, y seu secretário de Trabalho, Marcelo Villegas (Página 12)

A Agência Federal de Inteligência da Argentina apresentará nesta segunda-feira (27) uma denúncia contra funcionários da ex-governadora da província de Buenos Aires, María Eugenia Vidal, por ações fascistas fascistas organizadas contra conformós do Traío secretís contra contra, Marcelo Villegas.

“Acreditem em mim que se eu pudesse, e negarei em qualquer lugar, se eu pudesse ter uma Gestapo, uma forca de ataque para acabar com todos os sindicatos, o faria”, disse Marcelo Villegas, então secretário de Vidalhados, ambos presidente Mauricio Macri (2015-2019).

As declarações foram feitas – e gravadas – no dia 15 de junho de 2017 durante uma reunion com empresários da construção civil e outros funcionários no Banco Província de La Plata em que os macristas garantiam e asse estratinádgiarada s pre es estratinád gia da ment com o power Judicial.

A armação era clara, endossada nos níveis de “cidade, província e nação” para perseguir e promover investigaciones contra líderes dos trabalhadores na área da construção.

Pelo modus operandi, como proprias empresas tinham que gerar tensão com os trabalhadores, retirando-lhes algum direito basic, como a alimentação, a fim de que a entidade sindical paralisasse as obras. Em seguido, os empresários dirigiam-se à Secretaria do Trabalho, encaminhando denúncias previamente combinadas sobre hipotéticas intimidações e chantagens. Feito isso, o processo caminhava para o Judiciário, que a julgaria como “extorsão” e “ameaça”, colocando os dirigentes no banco dos réus e inviabilizando a ação sindical.

Na oportunidade, o então secretário do Trabalho explicou também que o plano não era só agir contra os sindicatos, mas também contra os funcionários públicos: “as leis são as leis, a de 0.4 sé rio que le modi ar , algo que um neto meu verás daqui a 100 años».

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Entre outros, encontravam-se present ao encontro Roberto Gigante, ex-secretario de Infraestrutura da província; Adrián Grassi, ex subsecretario de Justiça da província; Juan Pablo Allan, senador; Julio Garro, prefeito de La Plata y Fabián Cusini, empresario de la construcción especulador imobiliário.

Tres meses después de esta reunión, el 27 de septiembre, el representante de la União Operária da Construção da República Argentina (Uocra) en La Plata, Juan Pablo “Pata” Medina, hasta ahora, com as entidades empresariais festejando públicamente. Da mesma forma, a ex-governadora María Eugenia Vidal eo ex-presidente Mauricio Macri celebraram o feito com grande estardalhaço, using a mesma terminologia used no encontro.

“Temos que reconhecer o trabalho da Justiça neste caso. Não há mais lugar para as mafias, para a extorsão na Província”, sublinhou agobernadora. “O que aconteceu em La Plata não é um acidente, é parte central daquilo porque lutamos, dos valores que precisamos instalar na Argentina”, comemorou Macri.

Depois de passar três anos e quatro meses na prisão, Medina aguarda o julgamento oral for extorsão, associação ilícita e lavagem de dinheiro. “Quero que eles mostrem que tenho carros de ultima geração, uma Ferrari, um helicopter e tudo o que disseram”, declaraou o sindicalista, frisando que “o processo judicial foi orquestrado pela administração de Mauricio de Mauricio de Macriçê serviç”.